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quinta-feira, 8 de março de 2012

A doença de Peyronie


A principal característica da doença de Peyronie é o desenvolvimento de uma placa fibrótica ou de um nódulo que se instalam na túnica albugínea – estrutura que envolve os corpos cavernosos -, comprometem sua elasticidade e impedem que eles se expandam normalmente, o que dificulta a ereção, pois esses distúrbios provocam distorções na forma e inclinação do pênis.
A doença de Peyronie se manifesta, em geral, depois dos 50 anos, mas eventualmente acomete homens jovens. Alguns meninos podem apresentar uma alteração da curvatura peniana chamada pênis curvo congênito, provocada pela desproporção entre o tamanho maior dos corpos cavernosos e menor da uretra, mas que só requer tratamento se prejudicar o desempenho sexual no futuro.
Causas
Não estão bem definidas as causas da doença, mas pequenos traumatismos ocorridos durante a relação sexual podem resultar em cicatrizes que interferem na ereção.
Estudos estão mostrando que existe uma associação dessa enfermidade com doenças reumatológicas, diabetes e uso de betabloqueadores para controlar a hipertensão arterial.
Embora não se possa dizer que seja uma doença de caráter hereditário, parece que a incidência é maior em homens da mesma família.
Sintomas
Presença de nódulo, palpável ou não, associado à dor e à curvatura do pênis durante a ereção. Essa curvatura faz com que ele se posicione para baixo, para cima ou para o lado.
Muitos pacientes ficam tão abalados, quando os sintomas se instalam, que perdem a capacidade erétil por causa da ansiedade.
Diagnóstico
O diagnóstico é basicamente clínico e, quanto antes seja feito, melhor para o resultado do tratamento. Raramente se faz necessário recorrer ao exame de ressonância magnética para visualizar a placa fibrótica e estabelecer o diagnóstico.
Tratamento
Em 20% dos casos, as placas desaparecem espontaneamente, sem tratamento algum, em um ano e meio, dois anos. * Não se aflija com a presença de uma placa ou um nódulo característicos da doença de Peyronie, se eles não interferem na atividade sexual. Nesses casos, não há sequer necessidade de tratamento clínico ou cirúrgico;
* Procure manter a calma e controlar a ansiedade. Esta, sim, pode ser responsável pela perda da capacidade erétil;
* Lembre-se de que o uso de aparelhos para aumentar o tamanho do pênis agrava o trauma responsável pela formação da placa e piora o quadro;
* Saiba que a doença de Peyronie é benigna e, mesmo sem tratamento, não representa nenhum risco para a saúde de seus portadores.
dutoras da fibrose apresentam bons resultados.
Esgotadas essas possibilidades, só depois de dois anos de evolução da doença e apenas quando a alteração prejudica a atividade sexual, o que ocorre em menos da metade dos casos, o paciente é encaminhado para cirurgia. A anestesia é geral ou de bloqueio peridural ou raquidiano.
* Não se aflija com a presença de uma placa ou um nódulo característicos da doença de Peyronie, se eles não interferem na atividade sexual. Nesses casos, não há sequer necessidade de tratamento clínico ou cirúrgico;
* Procure manter a calma e controlar a ansiedade. Esta, sim, pode ser responsável pela perda da capacidade erétil;
* Lembre-se de que o uso de aparelhos para aumentar o tamanho do pênis agrava o trauma responsável pela formação da placa e piora o quadro;
* Saiba que a doença de Peyronie é benigna e, mesmo sem tratamento, não representa nenhum risco para a saúde de seus portadores. Em 2010 me apareceu um paciente que veio me procurar queixando-se de depressão, e impotência, mas não me relatou detalhes da sua impotência. Comecei o seu tratamento, e fiz uma avaliação de sua estrutura energética, que estava com um grande aumento do Yang e um yin muito baixo, com grande deficiência dos rins, alguns sintomas, tais como: dor na sola dos pés, insônia e dificuldade de ereção. Comecei seu tratamento, com duas consultas por semana, sedando o Yang e tonificando o Yin, logo que ele sentiu os primeiros resultados de melhora, que foi logo apartir da segunda consulta,sentiu confiaça e me relatou qual era o problema de sua impotência, tinha ido ao médico que lhe falou desta doença, que prá ele foi um choque,o medico disse que só resolveria com cirurgia, com isso piorou mais a sua dificuldade de ereção, foi ai que eu lhe assegurei que era possivél uma regressão e até mesmo uma cura sem a necessidade cirúrgica, e que ele precisaria era de uma vida mais equilibrada em termos de cuidados com a alimentação, práticar exercícios físicos, dormir cedo, e continuar o seu tratamento sem tanta ansiedade, permitindo que seu organismo aceitasse o tratamento com a medicina chinesa na busca deste equilibrio energético, e com isso naturalmente ele ficaria bom. Ele ficou mais confiante e sem muita alternativa, e com a esperança de uma melhora, continuou o tratamento. Fizemos o tratamento durante quatro meses, e o nódulo foi aos poucos desaparecendo e ele se animando com a melhora significativa de sua qualidade de vida, eram dois nódulos, um desapareceu no fim dos três meses de tratamento o outro foi ficando bem pequeno a ponto de não afetar mais a sua capacidade de ereção. Fiquei muito feliz em poder ter contribuido para mais uma cura e este paciente hoje é um grande amigo e sempre me procura para de vez em quando fazer uma consulta de manutenão.

Comparação Entre a Medicina Chinesa e a Ocidental

Comparação Entre a Medicina Chinesa e a Ocidental
Hong Jin Pai, Wu Tu Hsing e colaboradores
- Quais são as diferenças básicas entre as medicinas ocidental e chinesa?
Primeiro, os princípios subjacentes e as abordagens de ambos sistemas são diferentes. A medicina ocidental supera os problemas físicos dos problemas mentais e emocionais, enquanto que, a medicina chinesa aborda as enfermidades de uma maneira holística.
Segundo, a medicina chinesa usa a medicina natural em oposição a medicina ocidental que usa análogos sintéticos de produtos naturais. Terceiro, a medicina chinesa, diferentemente da medica ocidental, não isola os distúrbios emocionais ou nutricionais das desordens físicas no tratamento. De fato, ela atribui as causas internas das doenças aos desequilíbrios da dieta e as sete emoções. Quarto, as drogas usadas na medicina chinesa podem ser individualmente moldadas para adequar aos sintomas do paciente em oposição às drogas ocidentais que são padronizadas e uniformes. E finalmente, o quinto, as fórmulas herbáceas chinesas não geram efeitos colaterais quando tomadas na quantidade apropriada, e a acupuntura na mão de um profissional.
A medicina chinesa basicamente auxilia na realização de dois objetivos: (1) remover a causa da enfermidade que se liga aos hsieh qi ou “qi nocivo” e (2) revitalizar e reforçar a resistência natural do corpo às doenças que é ligada ao cheng qi ou “qi normal”. Qi é a energia vital em circuito com o universo para o revigoramento da harmonia fisiológica. Em resumo, o intento da medicinas chinesa é harmonizar o corpo para restauração e manutenção do balanço do qi.
A ciência média ocidental, fragmentada e especializada , é baseada nos estudos experimentais da bacteriologia , fisiologia, farmacologia e pesquisa clínica. A identificação do nome da doença é desejável antes do tratamento e as drogas usadas são compostas principalmente de químico sintéticos. Além das suas diversas drogas potentes, a medicina ocidental usa efetivamente a cirurgia para corrigir os danos devidos a trauma, desordens genéticas ou distúrbios orgânicos. A terapia é geralmente direcionada ao local da lesão e raramente para aumentar a nutrição. Usando instrumentos sofisticados e computadores para diagnosticar as desordens médicas, os médicos veem o corpo humano com uma máquina, e a função da terapia como uma substituição ou reparo das partes mal-funcionantes. Em outras palavras, a medicina ocidental enfoca exclusivamente sobre o local e o mecanismo de uma enfermidade. A medicina chinesa, por outro lado, centraliza no ajuste do organismo inteiro, ela é uma filosofia, assim como uma terapia do corpo e portanto, mais de abordagem orgânica do que mecanicista.
A medicina chinesa presta especial atenção para queixas subjetivas do paciente e prescreve combinação dos pontos de acupuntura e fórmulas herbáceas nutritivas baseadas na totalidade dos sintomas objetivos e subjetivos. A constelação de sintomas é chamada de “conformação”. A medicina ocidental geralmente oferece um tratamento não específico ou supressivo para um vasto número de desordens funcionais enquanto que, a chave da medicina chinesa é a observação da função e o uso específico da combinação dos pontos de acupuntura das combinações herbáceas para os sintomas altamente diferenciados.
Diagnóstico precoce leva à prevenção de danos orgânicos permanentes e é na área da prevenção eu a medicina se sobressai. De acordo com os médicos Chineses, doenças diagnosticadas e tratadas precocemente pode ser de detidas de entrar em estágios mais avançados se não estiver em estágio terminal. Por exemplo, há uma ligação definida entre desordens aparentemente funcionais simples e o início de doenças orgânicas sérias como falência cardíacas, diabetes ou câncer. Especificamente, citemos os olhos hiperemiados. Os médicos ocidentais prescrevem uma loção para lavar os olhos avermelhados e irritados mas, os médicos chineses consideram como um sintoma de exacerbação de “fogo” no “fígado” e tentam diminuir o “fogo” pela administração oral de agentes orientado para o fígado como coptis e gardênia ou pela seleção de pontos de acupuntura com as mesmas funções. Outro exemplo é a pele pruriginosa, uma condição na medicina chinesa também associada com a “vitalidade” do “fígado”, cuidando do “fígado”, a pele melhora sozinha. Portanto, o “fígado” é o ponto focal para o tratamento. A medicina ocidental usaria preferencialmente uma loção dermatológica para tratar as enfermidades da pele, enfocando o sintomas específico.
A medicina alopática ocidental se baseia nas drogas, cirurgias e quimioterapias para o tratamento, enquanto que, a medicina chinesa centraliza na acupuntura e nas fórmulas herbáceas prescritas de acordo com a teoria Yin-Yang e a teoria dos cinco elementos. Ela também tenta regular a circulação do sangue, água e Qi. Os medicamentos herbáceos são baseados na experiência empírica de milhares de ano sobre as enfermidades humanas. Enquanto que os governos japoneses firmam o seu uso em milhões de casos. Cerca de 70 por cento das fórmulas mais comutente usadas e os pontos de acupuntura tem estado em uso por pelo menos 2000 anos. O que tem impedido a medicina chinesa de ser considerada uma ciência é que uma exaustiva investigação e um experimento clínico objetivo sobre a propriedade das ervas e da acupuntura têm sido conduzido numa escala muito limitada. Mais ainda, como apontou uma autoridade em medicina chinesa, tais pesquisas são registradas porque o chinês vê pouca razão para gastar tal quantia de dinheiro para achar o que já sabe a respeito da eficácia das fórmulas herbáceas e da acupuntura chinesa.
A teoria médica chinesa provê explicações e tratamentos para desordens que a medicina ocidental é incapaz de diagnosticar ou explicar através dos métodos laboratoriais.
A medicina chinesa é filosófica, sintética, holística, interna, confirmatória, empírica, individual, preventiva, experimental, experiencial, humoral, subjetiva e natural. A medicina ocidental é científica, analítica, tópica, cirúrgica, heteropática, teorética, preventiva, socializada, bacteriológica, experimental, celular, objetiva e química.
A teoria dos meridianos, que é uma parte essencial da área da saúde ocidental porque tratada com ceticismo por muitos profissionais da área de saúde ocidental porque não são nem vasos sanguíneos e nem parte do sistema nervoso, os meridianos não são anatomicamente verificados. Entretanto, para os médicos chineses, a sua existência é inegável. O estímulo adequado e acurado pela acupuntura em um ou vários pontos ao longo do meridiano apropriado geralmente resulta em restabelecimento.
O objetivo final é juntar o melhor da medicina chinesa com o melhor da medicina ocidental. Tal síntese, nós acreditamos, irá prover o mundo com um melhor sistema de saúde mais completo mais satisfatório.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Tratamento de Refluxo Gástrico com Acupuntura e Dieta.

No dia a dia  um número expressivo de pacientes se queixam de problemas digestivos. Na maioria estão relacionados com o refluxo gástrico.

As causas principais são:

1- Hábitos alimentares inadequados

É comum as pessoas deitarem após as refeições. Esse procedimento pode causar o retorno do alimento para o esôfago, que não suporta o Ph baixo dos sucos estomacais. A regra principal é deitar somente 2 horas após terminada a refeição. Quando quiser descansar, e não tiver tempo para esperar as 2 horas de segurança, procure dormir numa posição quase sentada, para evitar o refluxo estomacal.

2- Mal funcionamento do fígado

Neste caso existe uma grande controvérsia. A medicina científica só define patologia hepática somente quando as transaminases estão fora da normalidade. Mas, pelo diagnósticos da medicina chinesa ( pulso, língua...etc) pode-se diagnosticar a existência da disfunção hepática, mesmo que os exames laboratoriais insistam em indicar que está tudo bem. Alguns sintomas mais objetivos podem também serem observados como: boca amarga, dificuldade digestiva, insônia, irritabilidade emocional, vertigem, dores musculares e a fotofobia. A aversão à luz forte é um dos sintomas que está ligado aos distúrbios hepáticos.
Pois então vem a bomba principal: pela teoria chinesa, quando o fígado não funciona bem, tudo que chega ao estômago tende a voltar, ou seja produzir refluxo em graus variados. Numa situação mais grave, gera refluxo violento, como o vômitos. Numa disfunção moderada, o refluxo surge espontaneamente, mesmo que o paciente não esteja deitado. Ou seja, sentado ou na vertical, o refluxo pode aparecer a qualquer momento. Por fim, na disfunção hepática leve, pode não acontecer o refluxo, mas surgir náuseas antes ou depois das refeições.

3- Hernia de hiato
A hérnia de hiato é o deslizamento de uma pequena parte do estômago que passa, da cavidade abdominal para a cavidade toráxica. Em outras palavras, a hérnia hiatal é o resultado final e maléfico causado pelo refluxo gástrico crônico.

Tratamento:

O tratamento mais comum, quando existe a hérnia de hiato, é a indicação cirúrgica. Contudo, existe um caminho melhor: o tratamento pela acupuntura.
Primeiro é preciso detectar em que fase o problema se encontra. Pelas etapas descritas anteriormente, é possível corrigir o refluxo, por exemplo, apenas pelos hábitos alimentares, ou pelo tratamento do fígado.
Nesses casos, pode-se melhorar a função hepática com uma dieta mais leve, livre de gorduras saturadas, com menos uso de carne e bebidas alcoólicas. Também é indicado as plantas medicinais com características colagoas como o chá de boldo,ou espinheira santa, após as refeições.
Mas, se já existir a hérnia hiatal, acupuntura aplicada por um bom especialista, pode resolver o problema, e evitar a cirurgia.
Em todo caso, o mais importante é ficar atento aos hábitos alimentares. Mesmo se for o caso de optar pelo tratamento cirúrgico da hérnia hiatal, o paciente deverá cuidar da sua alimentação, e melhorar seus hábitos alimentares, porque o problema poderá voltar após a cirurgia.
Finalmente, para escolher o melhor caminho para tratar do refluxo gástrico é muito importante buscar ajuda de um médico  especializado no aparelho digestivo. Após um diagnóstico adequado, se quiser fazer o tratamento alternativo, sugiro  a acupuntura.
Pela acupuntura é possível curar o refluxo gástrico e a hérnia hiatal, sem cirurgia, e sem medicações alopáticas.