16 de mar. de 2013

Acupuntura goza da reputação de curar e aliviar as dores

A acupuntura ou acupunctura (do latin acus – agulhas e punctura – pontoada) é um ramo da Medicina Tradicional Chinesa e um método de tratamento complementar de acordo com a nova terminologia da OMS - Organização Mundial da Saúde. De modo geral, os ocidentais sabem que essa medicina é praticada com agulhas especiais feitas de ouro e prata. O medico enfia suas agulhas superficialmente na pele para curar várias doenças. Muitos temem esse gesto e perguntam se isso faz mal. Alguns sabem que os acupuntores enfiam suas agulhas em lugares específicos do corpo que são pontos especiais, chamados pontos de acupunturas (xué em chinês), estando esses mesmos pontos situados sobre linhas fictícias que chamamos de meridianos (REQUENA, 1990). Deficiência do Yang dos Rins. Em consequência, a deficiência do Yang resulta na debilidade de circulação de Qi e Xué. Também verificamos que quando há deficiência do Qi/Yang do Baço Pâncreas. Qualquer disfunção deste órgão poderá causa problemas na produção de Xué acarretando inúmeros problemas dentre eles a lombalgia (ROSS, 1994). O que a acupuntura cura? Essa pergunta é feita ao mesmo tempo ao publico e aos próprios médicos que, não sendo acupuntores indagam quais são as indicações para que eles possam recomendar a seus pacientes, o recuso a esse método. Em geral acupuntura goza da reputação de curar e aliviar as dores. Essa fama é justificada por dois motivos. O primeiro é que realmente as dores, as nevralgias (ciáticas, nevralgia do braço, do pescoço e etc.) e as dores do reumatismo (artrites e artroses) são de modo incontestáveis! Não tem como negar!

17 de fev. de 2013

Visão geral da acupuntura da Medicina Tradicional Chinesa

 
A acupuntura baseia-se no fluxo de qi, ou energia vital, através de caminhos no corpo conhecidos como canais, ou meridianos. Doze meridianos regulares correspondem aos seis órgãos yin e aos seis órgãos yang - o meridiano do baço ao órgão baço, o meridiano do intestino grosso ao órgão intestino grosso, e assim por diante. Oito meridianos extras também são usados na terapia com acupuntura. A desarmonia em um órgão geralmente se mostra em seu meridiano correspondente: uma pessoa que tem um ataque cardíaco também pode sentir dor e dormência que percorrem o braço até o mindinho, seguindo o caminho do meridiano do coração. 
Os acupunturistas apalpam um ponto diagnóstico no meridiano correspondente para avaliar a saúde do órgão relacionado. Em outros casos, os próprios meridianos são tratados. Um profissional pode tratar uma dor no ombro aumentando o fluxo de qi e sangue através dos meridianos do intestino grosso, do pulmão e do triplo aquecedor. 
Os órgãos relacionados a esses meridianos podem estar completamente saudáveis; esses meridianos são escolhidos porque passam pela área lesada do ombro. Embora sejam profundos, os meridianos possuem pontos específicos que podem ser acessados da superfície do corpo. Existem 361 pontos de acupuntura nos meridianos, assim como vários pontos "extraordinários" que podem ou não ser localizados em um canal normal. Além disso, um grupo completo de pontos nas orelhas representa todos os órgãos do corpo e pode ser usado para tratar uma grande variedade de enfermidades. O uso desses pontos é conhecido como auriculoterapia. 
Os pontos da acupuntura podem ser estimulados por meio da pressão, calor ou penetração de agulha. Cada ponto possui um conjunto específico de funções. Algumas dessas funções têm efeitos locais, enquanto outras são sistêmicas (afetando os sistemas do corpo como um todo). Por exemplo, o meridiano do estômago consiste de 45 pontos, estendendo-se da cabeça aos dedos dos pés. Um ponto exatamente abaixo do joelho conhecido como dubi, ou estômago 35, é usado quase exclusivamente para a dor no joelho (um efeito local), enquanto o ponto 7,5 cm abaixo dele, chamado de zusanli (estômago 36), possui uma função sistêmica. Um dos pontos mais importantes da acupuntura, o zusanli, é utilizado para tratar dor no estômago, vômito, indigestão, diarreia, constipação, tontura, cansaço e baixa imunidade. 
A penetração da agulha geralmente alivia a dor no estômago de imediato. Pesquisas modernas confirmaram que a aplicação de moxa ou agulhas nesse ponto realmente aumenta a contagem de leucócitos (que combatem os organismos causadores de doenças que invadem o corpo). 
A acupuntura é praticada desde os tempos remotos com agulhas feitas de pedra, madeira, marfim ou osso. Os especialistas modernos utilizam agulhas de aço inoxidável de qualidade cirúrgica com um cabinho enrolado com arame para segurar melhor. Algumas agulhas são revestidas com prata, ouro ou cobre para se obter efeitos especiais do tratamento, como tonificação ou sedação, mas a maioria das agulhas é de aço puro.
Uma pesquisa feita na China e no Japão com a condutividade elétrica confirmou a existência real dos pontos da acupuntura (na verdade, alguns acupunturistas usam "localizadores de ponto" para encontrar o local exato de um ponto de acupuntura com base na mudança da condutividade elétrica nesse local), e estudos duplo-cegos mostraram que a acupuntura é segura e eficaz no tratamento de uma grande variedade de doenças. 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) elaborou uma lista de doenças para as quais o tratamento com acupuntura é efetivo. Naturalmente, a acupuntura é especialmente conhecida por seu tratamento da dor; é tão eficaz que é usada como um substituto da anestesia em alguns procedimentos cirúrgicos nos hospitais chineses! 

Fonte: Internet.

31 de jan. de 2013

Acupuntura ajudando no tratamento da dependência química

O desafio de vencer a dependência química ganhou novo aliado - a acupuntura. Os benefícios da técnica milenar da medicina chinesa já são reconhecidos inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudos apontam que no combate ao tabagismo, por exemplo, as agulhas ajudam a reduzir o prazer de fumar em 70% dos casos. O relatório da OMS aponta ainda que, em 60% dos casos de dependentes de cocaína, a acupuntura diminui os sintomas, ajuda a aliviar os sintomas da abstinência, como calafrios, taquicardia, suor e inquietação. Os vícios não são apenas de drogas, mas também podem ser de trabalho, sexo, compras, ou tudo aquilo que a pessoa passa a precisar para ter prazer. Acupuntura, que é uma tradição Oriental, é um útil tratamento alternativo para a dependência química. Os profissionais dessa abordagem tradicional e holística veem a dependência química como uma condição de "fogo vazio" para ser extinto ao recuperar a calma interna da pessoa afetada. De acordo com os princípios da medicina Chinesa, a sedação por outras drogas é um método incorreto para se tratar o "fogo vazio". O tratamento pela acupuntura irá restaurar a calma interna ao estimular os pontos "yin" que coincidam no corpo da pessoa. O nível do vício dita onde a acupuntura deve ser feita e também a quantidade de tratamentos necessários para que a pessoa retorne ao seu nível esperado das funções vitais. Mas como pode uma agulha inserida em alguma parte específica do corpo curar uma dor de cabeça, uma dor nas costas ou até mesmo um transtorno psíquico? Na prática, a acupuntura funciona assim: são colocadas finíssimas agulhas em determinados pontos do corpo, que ativam no cérebro a produção de substâncias que atuam como analgésicas, antiinflamatórias e antidepressivas – como a endorfina, o cortisol e a serotonina, respectivamente. Ao entrar na pele, a agulha provoca uma microinflamação, que aciona a produção natural dessas substâncias. Desta forma, a resposta do organismo é mais rápida, diminuindo de vez a intensidade dos sintomas. Muitas vezes, fazendo-os até desaparecer. Uma forma natural de equilibrio do corpo e mente.

Moxabustão

Originou-se no norte da china, moxabustão – Jiú (pinyin) significa literalmente, “longo tempo de aplicação do fogo”, sendo considerada uma espécie de acupunctura térmica, feita pela combustão da erva Artemísia sinensis e Artemísia vulgaris. A cauterização como método de curar doenças usava originalmente ramos e outros materiais combustíveis comuns. O uso de plantas como principal substância de combustão, data do último período Chou. O livro de Mencios (290 a.C.) refere-se a esta planta (artemísia) “para uma doença de sete anos, procure moxa (artemísia) de três anos de idade)”. Isto sugere que o seu uso já era difundido naquele tempo. Antigamente, praticava-se geralmente o método de cauterização directa, aplicando-se o material combustível directamente sobre a pele. As instruções são encontradas no tratado Tradicional de Zuo (581 a.C.) “acima ou abaixo dos vitais, a cauterização directa não pode ser usada”. Num outro livro “O livro dos segredos de Bian Que”, é mencionado fazer-se moxa para as pessoas dormirem. O clássico de Medicina da Dinastia Han Oriental “Discussão das doenças causadas pelo frio”, também refere as doenças para o qual a cauterização directa é permitida ou proibida. Num desenvolvimento posterior, o pó de moxa seca triturada e outras ervas eram enroladas juntas em bastão com forma de charuto, para ser seguro em uma ponta e ser queimada na outra extremidade a uma pequena distância da pele. Este método ainda é bastante praticado actualmente. O efeito da moxa é semelhante á acupunctura, que age estimulando os pontos da acupunctura para fortalecer a circulação do Qi (energia) e do sangue, sendo que a moxa estimula com o calor. Num texto antigo da Dinastia Tang “receitas dos mil ducados” afirma “a pessoa que aplica diariamente ao ponto Zusanli (E-36) estará livre de uma centena de doenças”, e assim o faziam as pessoas nessas épocas principalmente se tinham de viajar para outras localidades, para assim se protegerem das “energia perversas” dessas localidades a que não estavam acostumadas. O calor da moxabustão é extremamente penetrante, tornando-se eficaz quando há menos circulação, condições frias e húmidas, além da deficiência do Yang. Quando aplicada aos pontos de acupunctura específicos com deficiências do Yang, o corpo absorve o calor recuperando mais rapidamente o Qi (energia) do Yang do corpo e o “fogo ministrial” fonte de todo o calor e energia do corpo.
A moxa a usar directamente sobre a pele (método directo) deve ser extremamente fina, para que possa ser amassada e moldada com as mãos em minúsculos cones, firmes e que não se devem desfazer, para o uso indirecto (não encostar na pele) não é necessário ser tão fina, esta é enrolada fortemente em papel especial de cerca de 15 cm de comprimento, pode ser adicionado pó de outras plantas, formando-se então os bastões ou “charutos” que servirão uma vez acessos numa extremidade para aquecer os pontos ou áreas do corpo.

Acupuntura mostra sua importâcia hoje e no futuro.

O Diagnóstico na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é a herança deixada pelos antigos médicos chineses, que através dos tempos foram melhorando a anamnése, ultrapassando algumas dificuldades e legando o seu saber ás gerações vindouras. O diagnóstico da Medicina Chinesa, embora aparentemente simples, é muito eficaz – as observações a serem feitas incluem observar, ouvir, cheirar, perguntar e tocar, destacam-se no diagnóstico a observação da língua e o exame do pulso, prática esta que demoram alguns anos a ser completamente dominado pelo especialista em MTC mas que fornecem informações preciosas e exactas sobre a condição de saúde do paciente. A Medicina Chinesa, que se conhece bastante mal no Ocidente, salvo o aspecto muito limitado da Acupunctura, merece um lugar muito particular dentro do leque amplo e diverso das medicinas alternativas. Vejamos porquê: É a única medicina que tem uma existência contínua, quanto aos seus fundamentos desde há mais de 2000 anos, é reconhecida pelo estado Chinês em igualdade com a prática da Medicina Moderna. É reconhecida pela OMS da ONU características que não reparte com nenhum outro sistema médico ao permitir-se estar dentro das concepções filosóficas e energéticas que lhe deram sustentação através dos tempos e integrar os métodos de validação da ciência Moderna. Algumas Medicinas Orientais tais como a medicina Tibetana ou Ayurvédica, têm uma origem muito antiga, e o seu interesse é indiscutível mas são praticadas em pequena escala quase nunca em meio hospitalar e são raras as validações internas nos países de origem. Pelo contrário a MTC, ainda que sendo tão antiga e tradicional como elas, evoluiu para se adaptar ás necessidades do mundo moderno. É praticada em hospitais especializados ou mistos que contam paralelamente com todos os serviços que se pode encontrar num hospital Europeu. Existem unidades de investigação científica que permitem experimentá-la e validá-la. Assim, por exemplo, nas Universidades Estatais de Medicina Chinesa, ensinam-se aos futuros médicos teorias e métodos fundamentais dos textos milenares, paralelamente as técnicas de investigação ou de cuidados clínicos procedente á medicina moderna. Esta abordagem prática do ensino médico, é um dos aspectos que contribuem no interesse, a originalidade do carácter perene da Medicina Chinesa. Por outro lado, a Medicina Chinesa tem um campo de aplicação muito amplo, porque pratica-se há muitos séculos no maior país do mundo em termo demográfico. Isto confere-lhe uma experiência única, primeiro, empírica e depois científica. Finalmente, a Medicina Chinesa é um sistema completo e não uma simples técnica médica de aplicações limitadas, pois o campo da Medicina Chinesa é extremamente amplo: da farmacopeia á acupunctura, da dietética á cirurgia popular, das massagens á ginecologia, da medicina interna aos métodos de reanimação. De facto encontram-se praticamente as mesmas especialidades que na Medicina Ocidental, não obstante, numa compartimentação menos restrita e limitante devido á sua abordagem mais global da enfermidade e das suas causas. Isto permite afirmar que a Medicina Chinesa, como a Medicina Ocidental, possui uma experiência de um estatuto oficial, e ao mesmo tempo, uma abordagem mais humanista e mais global do ser humano, da saúde e da enfermidade.

11 de jan. de 2013

Acupuntura tratando o estresse

O tratamento do estresse, sem a utilização de medicamentos, é uma proposta do método da acupuntura que vem sendo, cada vez mais, disseminada por terapeutas especializados. O estresse envolve, além da depressão, sintomas físicos e também ansiedade, e, quando em fase aguda, dificilmente a pessoa consegue controlá-lo sem ajuda médica. O estímulo estressante pode causar uma série de sintomas tanto orgânicos como de alterações psíquico-comportamentais. Em condições crônicas causa desgaste físico-mental, chegando até a gerar doenças degenerativas permanentes. O tratamento de acupuntura para o estresse e suas manifestações sistêmicas e psicológicas tem apresentado resultados bastante satisfatórios, pois não há efeitos colaterais relevantes que sejam conhecidos. Em geral, recomenda-se de uma a duas aplicações por semana, e, em caso de dor muscular, o paciente já sente alívio logo após a primeira aplicação. Já as alterações emocionais e os distúrbios de sono podem levar mais de dez sessões para terem efeito consolidado. Portanto, o efeito varia de caso a caso, dependendo da duração de tempo de doenças, da causa do estresse, e da vulnerabilidade dos pacientes. Vale esclarecer que a acupuntura, por meio de estímulo nos pontos pelas agulhas e outros instrumentos, produz uma série de reações locais e sistêmicas, resultando alívio dos sintomas de forma imediata ou progressiva. As ações da acupuntura são pela via nervosa; há a liberação de substâncias como a endorfina, dopamina e serotonina em várias regiões do cérebro, resultando em efeito de analgesia, calmante, antidepressivo, relaxamento muscular, melhora das funções de distúrbios dos órgãos internos, entre outros distúrbios já comprovados em muitas pesquisas científicas feitas no mundo inteiro. A importância de um diagnóstico correto evita a presença concomitante de outras doenças, portanto, é também uma medicina preventiva, ressaltamos a necessidade do tratamento ser realizado por terapeutas qualificados ou especializados em acupuntura. O estresse, geralmente, aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca, contraindo músculos e vasos sanguíneos, reação que pode ser extremamente prejudicial, dependendo de intensidade e vulnerabilidade do indivíduo. Basicamente, afeta o sistema imunológico que é responsável pela defesa do corpo, sistema nervoso que responde a capacidade de restaurar o reajuste do corpo e sistema endócrino, responsável pela produção hormonal. Por isso, as manifestações de sintomas são diversas e individuais. Algumas situações que podem provocar o estresse O estado doente de estresse, em geral, pode estar sob algum tipo de estímulo perverso, de forma aguda ou crônica, com algumas causas mais freqüentes: 1- Mudanças bruscas de hábito, como exemplo; mudança de moradia e separação entre pessoas que mantinham relações afetuosas. 2 - Quebra de rotina; sono irregular, sobrecarga de trabalho , expectativas exageradas, falta de preparo psíquico para enfrentar condições hostis, mudança de hábitos culturais, doenças, mortes, acontecimentos de impacto emocional e dependência química. 3 - Ambientes agitados, barulhentos, entre outras dificuldades de adaptação ao ambiente de convivência. 4 - Distúrbios psíquicos prévios, problemas de relacionamento afetivo, dificuldade em lidar com o envelhecimento, baixa auto-estima e problemas de locomoção. Sintomas comuns: Distúrbios físicos: dores de cabeça, indigestão, dores musculares, insônia, indigestão, aumento de freqüência cardíaca, alergias, distúrbio de sono, queda de cabelo, mudança de apetite, gastrite, síndrome de colo irritável, cistite, dermatoses e esgotamento físico. Distúrbios psicológicos: apatia, memória fraca, alteração de comportamento, desmotivação, agressividade, irritabilidade, intolerância, instabilidade emocional e ansiedade.

10 de jan. de 2013

INSÓNIA COMO RESOLVER DE FORMA NATURAL

Valeriana L. é nome de um gênero de plantas herbáceas perenes da família das valerianáceas, nativas da Europa e do norte da Ásia — porém amplamente distribuídas pelo planeta, portanto encontradas também nas Américas. Inclui mais de 200 espécies. Suas flores são brancas ou róseas, e seus frutos, aquênios (diminutos, secos, indeiscentes, providos de uma só semente, que se acha inteiramente livre dentro do pericarpo fino), são realmente pequeníssimos. Chama-se valeriana, por extensão, qualquer espécie desse gênero, como, por exemplo, a valeriana-comum, ou, simplesmente, valeriana, Valeriana officinalis, com inflorescências perfumadas e raízes grossas com odor característico e forte, das quais, adequadamente tratadas (maceradas, trituradas, dessecadas e acondicionadas), se preparam medicamentos fitoterápicos de efeito ansiolítico, tranquilizante e até anticonvulsivante, classicamente utilizados em medicina, por conterem drogas ou princípios ativos que lhes conferem tais propriedades. Esta erva é especial para um sono tranquilo e relaxante. A sua raíz usada em chá é um bom tranquilizante para quem sofre de insónias e ajuda a ter uma noite ...tranquila! É uma planta com um forte aroma, até muito desagradável. Existe uma curiosidade bastante interessante a este respeito. Conta-se que este aroma é um excelente atrativo para gatos, por isto é conhecida como erva dos gatos em algumas regiões européias, e também é atrativa para as ratas. Conta-se na Europa, que provavelmente o famoso "Flautista de Hamelin" utilizou valeriana misturada com sebo para atrair os ratos e retirá-los da cidade. Mas em que situações podemos utilizar a valeriana? Ela possui uma forte ação hipnótica, ou seja, é uma planta que induz o sono. Portanto, pode ser utilizada em casos de insônia, sono leve e agitado e até mesmo em casos de hiperatividade. Apresenta ação sedativa, relaxante e é um antidepressivo suave. Também foi muito empregada na Idade Média para casos de convulsões e ataques epilépticos e é ainda muito utilizada por alguns profissionais de saúde para estes casos. Pode ser empregada em casos de pressão alta, pois apresenta ação hipotensora suave. Também apresenta ação relaxante muscular e até mesmo anestésica. Realmente é uma planta quase perfeita, só o seu aroma que é extremamente desagradável. Recomendamos, em caso de insônia, a não consumir a planta imediatamente antes de dormir, pois pode provocar uma certa agitação nos primeiros momentos para depois estimular o relaxamento. Orientamos a pessoa a tomá-la uma hora antes de dormir. Preparo um extrato da sua raiz e sempre que me chega algum caso de insónia, dou ao meu cliente algumas gotas antes da terapia e o efeito é espetacular!!

 ESTAGIO NA CHINA  Em maio de 2013 fui estudar e estagiar na china, vou contar um pouco desta experiencia com algumas fotos e vídeos destes ...