segunda-feira, 7 de março de 2011

Diminui preconceito entre médicos brasileiros e cresce procura por tratamento com agulhas

Artigo de Juliana Schober para a Revista Ciência e Cultura, uma publicação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
A acupuntura começa a ocupar espaço nos ambulatórios públicos e cresce a procura de pacientes por esse tipo de tratamento, assim como dos médicos em se especializar na área. Hoje, já existe atendimento público em Porto Alegre, Maceió, Vitória, Teresina, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Florianópolis, Brasília e Campinas. Os principais centros de pesquisa em acupuntura estão na China, Japão, Coréia, EUA e Alemanha. No Brasil, a prática de tratamento com agulhas chegou provavelmente junto com imigrantes japoneses, há mais de 100 anos e, apenas em 1995, o Conselho Federal de Medicina reconheceu a acupuntura como especialidade médica.

A eficiência da acupuntura sempre foi um tema polêmico no ambiente médico brasileiro mais ortodoxo, embora seja uma prática milenar na China. Para Paulo Farber, médico pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), a associação errada – e freqüentemente estimulada pela mídia – da acupuntura com o místico e o oculto estimula esse descrédito e pode ser decorrente da tradução literal das metáforas utilizadas na China para explicar os seus efeitos. “O significado das metáforas não é facilmente apreendida pelos médicos ocidentais, o que não significa que não exista uma explicação científica para elas”, diz Farber.

Os Chineses dizem…
“A agulha inserida corretamente no ponto leva à movimentação do ‘Qi’ através dos ‘Jing-Luo’, harmonizando os ‘Zang Fu’”.
O que significa…
“A inserção da agulha provoca impulsos elétricos que ascendem à medula, até atingir o sistema nervoso central, atuando diretamente nos centros controladores do organismo.”

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