quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Acupuntura ajudando no tratamento da dependência química

O desafio de vencer a dependência química ganhou novo aliado - a acupuntura. Os benefícios da técnica milenar da medicina chinesa já são reconhecidos inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudos apontam que no combate ao tabagismo, por exemplo, as agulhas ajudam a reduzir o prazer de fumar em 70% dos casos. O relatório da OMS aponta ainda que, em 60% dos casos de dependentes de cocaína, a acupuntura diminui os sintomas, ajuda a aliviar os sintomas da abstinência, como calafrios, taquicardia, suor e inquietação. Os vícios não são apenas de drogas, mas também podem ser de trabalho, sexo, compras, ou tudo aquilo que a pessoa passa a precisar para ter prazer. Acupuntura, que é uma tradição Oriental, é um útil tratamento alternativo para a dependência química. Os profissionais dessa abordagem tradicional e holística veem a dependência química como uma condição de "fogo vazio" para ser extinto ao recuperar a calma interna da pessoa afetada. De acordo com os princípios da medicina Chinesa, a sedação por outras drogas é um método incorreto para se tratar o "fogo vazio". O tratamento pela acupuntura irá restaurar a calma interna ao estimular os pontos "yin" que coincidam no corpo da pessoa. O nível do vício dita onde a acupuntura deve ser feita e também a quantidade de tratamentos necessários para que a pessoa retorne ao seu nível esperado das funções vitais. Mas como pode uma agulha inserida em alguma parte específica do corpo curar uma dor de cabeça, uma dor nas costas ou até mesmo um transtorno psíquico? Na prática, a acupuntura funciona assim: são colocadas finíssimas agulhas em determinados pontos do corpo, que ativam no cérebro a produção de substâncias que atuam como analgésicas, antiinflamatórias e antidepressivas – como a endorfina, o cortisol e a serotonina, respectivamente. Ao entrar na pele, a agulha provoca uma microinflamação, que aciona a produção natural dessas substâncias. Desta forma, a resposta do organismo é mais rápida, diminuindo de vez a intensidade dos sintomas. Muitas vezes, fazendo-os até desaparecer. Uma forma natural de equilibrio do corpo e mente.

Moxabustão

Originou-se no norte da china, moxabustão – Jiú (pinyin) significa literalmente, “longo tempo de aplicação do fogo”, sendo considerada uma espécie de acupunctura térmica, feita pela combustão da erva Artemísia sinensis e Artemísia vulgaris. A cauterização como método de curar doenças usava originalmente ramos e outros materiais combustíveis comuns. O uso de plantas como principal substância de combustão, data do último período Chou. O livro de Mencios (290 a.C.) refere-se a esta planta (artemísia) “para uma doença de sete anos, procure moxa (artemísia) de três anos de idade)”. Isto sugere que o seu uso já era difundido naquele tempo. Antigamente, praticava-se geralmente o método de cauterização directa, aplicando-se o material combustível directamente sobre a pele. As instruções são encontradas no tratado Tradicional de Zuo (581 a.C.) “acima ou abaixo dos vitais, a cauterização directa não pode ser usada”. Num outro livro “O livro dos segredos de Bian Que”, é mencionado fazer-se moxa para as pessoas dormirem. O clássico de Medicina da Dinastia Han Oriental “Discussão das doenças causadas pelo frio”, também refere as doenças para o qual a cauterização directa é permitida ou proibida. Num desenvolvimento posterior, o pó de moxa seca triturada e outras ervas eram enroladas juntas em bastão com forma de charuto, para ser seguro em uma ponta e ser queimada na outra extremidade a uma pequena distância da pele. Este método ainda é bastante praticado actualmente. O efeito da moxa é semelhante á acupunctura, que age estimulando os pontos da acupunctura para fortalecer a circulação do Qi (energia) e do sangue, sendo que a moxa estimula com o calor. Num texto antigo da Dinastia Tang “receitas dos mil ducados” afirma “a pessoa que aplica diariamente ao ponto Zusanli (E-36) estará livre de uma centena de doenças”, e assim o faziam as pessoas nessas épocas principalmente se tinham de viajar para outras localidades, para assim se protegerem das “energia perversas” dessas localidades a que não estavam acostumadas. O calor da moxabustão é extremamente penetrante, tornando-se eficaz quando há menos circulação, condições frias e húmidas, além da deficiência do Yang. Quando aplicada aos pontos de acupunctura específicos com deficiências do Yang, o corpo absorve o calor recuperando mais rapidamente o Qi (energia) do Yang do corpo e o “fogo ministrial” fonte de todo o calor e energia do corpo.
A moxa a usar directamente sobre a pele (método directo) deve ser extremamente fina, para que possa ser amassada e moldada com as mãos em minúsculos cones, firmes e que não se devem desfazer, para o uso indirecto (não encostar na pele) não é necessário ser tão fina, esta é enrolada fortemente em papel especial de cerca de 15 cm de comprimento, pode ser adicionado pó de outras plantas, formando-se então os bastões ou “charutos” que servirão uma vez acessos numa extremidade para aquecer os pontos ou áreas do corpo.

Acupuntura mostra sua importâcia hoje e no futuro.

O Diagnóstico na Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é a herança deixada pelos antigos médicos chineses, que através dos tempos foram melhorando a anamnése, ultrapassando algumas dificuldades e legando o seu saber ás gerações vindouras. O diagnóstico da Medicina Chinesa, embora aparentemente simples, é muito eficaz – as observações a serem feitas incluem observar, ouvir, cheirar, perguntar e tocar, destacam-se no diagnóstico a observação da língua e o exame do pulso, prática esta que demoram alguns anos a ser completamente dominado pelo especialista em MTC mas que fornecem informações preciosas e exactas sobre a condição de saúde do paciente. A Medicina Chinesa, que se conhece bastante mal no Ocidente, salvo o aspecto muito limitado da Acupunctura, merece um lugar muito particular dentro do leque amplo e diverso das medicinas alternativas. Vejamos porquê: É a única medicina que tem uma existência contínua, quanto aos seus fundamentos desde há mais de 2000 anos, é reconhecida pelo estado Chinês em igualdade com a prática da Medicina Moderna. É reconhecida pela OMS da ONU características que não reparte com nenhum outro sistema médico ao permitir-se estar dentro das concepções filosóficas e energéticas que lhe deram sustentação através dos tempos e integrar os métodos de validação da ciência Moderna. Algumas Medicinas Orientais tais como a medicina Tibetana ou Ayurvédica, têm uma origem muito antiga, e o seu interesse é indiscutível mas são praticadas em pequena escala quase nunca em meio hospitalar e são raras as validações internas nos países de origem. Pelo contrário a MTC, ainda que sendo tão antiga e tradicional como elas, evoluiu para se adaptar ás necessidades do mundo moderno. É praticada em hospitais especializados ou mistos que contam paralelamente com todos os serviços que se pode encontrar num hospital Europeu. Existem unidades de investigação científica que permitem experimentá-la e validá-la. Assim, por exemplo, nas Universidades Estatais de Medicina Chinesa, ensinam-se aos futuros médicos teorias e métodos fundamentais dos textos milenares, paralelamente as técnicas de investigação ou de cuidados clínicos procedente á medicina moderna. Esta abordagem prática do ensino médico, é um dos aspectos que contribuem no interesse, a originalidade do carácter perene da Medicina Chinesa. Por outro lado, a Medicina Chinesa tem um campo de aplicação muito amplo, porque pratica-se há muitos séculos no maior país do mundo em termo demográfico. Isto confere-lhe uma experiência única, primeiro, empírica e depois científica. Finalmente, a Medicina Chinesa é um sistema completo e não uma simples técnica médica de aplicações limitadas, pois o campo da Medicina Chinesa é extremamente amplo: da farmacopeia á acupunctura, da dietética á cirurgia popular, das massagens á ginecologia, da medicina interna aos métodos de reanimação. De facto encontram-se praticamente as mesmas especialidades que na Medicina Ocidental, não obstante, numa compartimentação menos restrita e limitante devido á sua abordagem mais global da enfermidade e das suas causas. Isto permite afirmar que a Medicina Chinesa, como a Medicina Ocidental, possui uma experiência de um estatuto oficial, e ao mesmo tempo, uma abordagem mais humanista e mais global do ser humano, da saúde e da enfermidade.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Acupuntura tratando o estresse

O tratamento do estresse, sem a utilização de medicamentos, é uma proposta do método da acupuntura que vem sendo, cada vez mais, disseminada por terapeutas especializados. O estresse envolve, além da depressão, sintomas físicos e também ansiedade, e, quando em fase aguda, dificilmente a pessoa consegue controlá-lo sem ajuda médica. O estímulo estressante pode causar uma série de sintomas tanto orgânicos como de alterações psíquico-comportamentais. Em condições crônicas causa desgaste físico-mental, chegando até a gerar doenças degenerativas permanentes. O tratamento de acupuntura para o estresse e suas manifestações sistêmicas e psicológicas tem apresentado resultados bastante satisfatórios, pois não há efeitos colaterais relevantes que sejam conhecidos. Em geral, recomenda-se de uma a duas aplicações por semana, e, em caso de dor muscular, o paciente já sente alívio logo após a primeira aplicação. Já as alterações emocionais e os distúrbios de sono podem levar mais de dez sessões para terem efeito consolidado. Portanto, o efeito varia de caso a caso, dependendo da duração de tempo de doenças, da causa do estresse, e da vulnerabilidade dos pacientes. Vale esclarecer que a acupuntura, por meio de estímulo nos pontos pelas agulhas e outros instrumentos, produz uma série de reações locais e sistêmicas, resultando alívio dos sintomas de forma imediata ou progressiva. As ações da acupuntura são pela via nervosa; há a liberação de substâncias como a endorfina, dopamina e serotonina em várias regiões do cérebro, resultando em efeito de analgesia, calmante, antidepressivo, relaxamento muscular, melhora das funções de distúrbios dos órgãos internos, entre outros distúrbios já comprovados em muitas pesquisas científicas feitas no mundo inteiro. A importância de um diagnóstico correto evita a presença concomitante de outras doenças, portanto, é também uma medicina preventiva, ressaltamos a necessidade do tratamento ser realizado por terapeutas qualificados ou especializados em acupuntura. O estresse, geralmente, aumenta a pressão arterial e a freqüência cardíaca, contraindo músculos e vasos sanguíneos, reação que pode ser extremamente prejudicial, dependendo de intensidade e vulnerabilidade do indivíduo. Basicamente, afeta o sistema imunológico que é responsável pela defesa do corpo, sistema nervoso que responde a capacidade de restaurar o reajuste do corpo e sistema endócrino, responsável pela produção hormonal. Por isso, as manifestações de sintomas são diversas e individuais. Algumas situações que podem provocar o estresse O estado doente de estresse, em geral, pode estar sob algum tipo de estímulo perverso, de forma aguda ou crônica, com algumas causas mais freqüentes: 1- Mudanças bruscas de hábito, como exemplo; mudança de moradia e separação entre pessoas que mantinham relações afetuosas. 2 - Quebra de rotina; sono irregular, sobrecarga de trabalho , expectativas exageradas, falta de preparo psíquico para enfrentar condições hostis, mudança de hábitos culturais, doenças, mortes, acontecimentos de impacto emocional e dependência química. 3 - Ambientes agitados, barulhentos, entre outras dificuldades de adaptação ao ambiente de convivência. 4 - Distúrbios psíquicos prévios, problemas de relacionamento afetivo, dificuldade em lidar com o envelhecimento, baixa auto-estima e problemas de locomoção. Sintomas comuns: Distúrbios físicos: dores de cabeça, indigestão, dores musculares, insônia, indigestão, aumento de freqüência cardíaca, alergias, distúrbio de sono, queda de cabelo, mudança de apetite, gastrite, síndrome de colo irritável, cistite, dermatoses e esgotamento físico. Distúrbios psicológicos: apatia, memória fraca, alteração de comportamento, desmotivação, agressividade, irritabilidade, intolerância, instabilidade emocional e ansiedade.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

INSÓNIA COMO RESOLVER DE FORMA NATURAL

Valeriana L. é nome de um gênero de plantas herbáceas perenes da família das valerianáceas, nativas da Europa e do norte da Ásia — porém amplamente distribuídas pelo planeta, portanto encontradas também nas Américas. Inclui mais de 200 espécies. Suas flores são brancas ou róseas, e seus frutos, aquênios (diminutos, secos, indeiscentes, providos de uma só semente, que se acha inteiramente livre dentro do pericarpo fino), são realmente pequeníssimos. Chama-se valeriana, por extensão, qualquer espécie desse gênero, como, por exemplo, a valeriana-comum, ou, simplesmente, valeriana, Valeriana officinalis, com inflorescências perfumadas e raízes grossas com odor característico e forte, das quais, adequadamente tratadas (maceradas, trituradas, dessecadas e acondicionadas), se preparam medicamentos fitoterápicos de efeito ansiolítico, tranquilizante e até anticonvulsivante, classicamente utilizados em medicina, por conterem drogas ou princípios ativos que lhes conferem tais propriedades. Esta erva é especial para um sono tranquilo e relaxante. A sua raíz usada em chá é um bom tranquilizante para quem sofre de insónias e ajuda a ter uma noite ...tranquila! É uma planta com um forte aroma, até muito desagradável. Existe uma curiosidade bastante interessante a este respeito. Conta-se que este aroma é um excelente atrativo para gatos, por isto é conhecida como erva dos gatos em algumas regiões européias, e também é atrativa para as ratas. Conta-se na Europa, que provavelmente o famoso "Flautista de Hamelin" utilizou valeriana misturada com sebo para atrair os ratos e retirá-los da cidade. Mas em que situações podemos utilizar a valeriana? Ela possui uma forte ação hipnótica, ou seja, é uma planta que induz o sono. Portanto, pode ser utilizada em casos de insônia, sono leve e agitado e até mesmo em casos de hiperatividade. Apresenta ação sedativa, relaxante e é um antidepressivo suave. Também foi muito empregada na Idade Média para casos de convulsões e ataques epilépticos e é ainda muito utilizada por alguns profissionais de saúde para estes casos. Pode ser empregada em casos de pressão alta, pois apresenta ação hipotensora suave. Também apresenta ação relaxante muscular e até mesmo anestésica. Realmente é uma planta quase perfeita, só o seu aroma que é extremamente desagradável. Recomendamos, em caso de insônia, a não consumir a planta imediatamente antes de dormir, pois pode provocar uma certa agitação nos primeiros momentos para depois estimular o relaxamento. Orientamos a pessoa a tomá-la uma hora antes de dormir. Preparo um extrato da sua raiz e sempre que me chega algum caso de insónia, dou ao meu cliente algumas gotas antes da terapia e o efeito é espetacular!!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

OS DOZE CURADORES

 
O número doze é tido como o número perfeito, o número da graça, rege o espaço e o tempo e simboliza a ordem. Embora os florais não tenham sido concebidos à luz da astrologia e nem o Dr. Bach fosse astrólogo, a primeira classificação das características humanas e seus desequilíbrios a serem atendidos pelos florais de Bach também foi feita com doze florais, que eliminam 12 falhas estimulando 12 virtudes.

A primeira publicação sobre os florais teve o título de “OS DOZE CURADORES” que foi mantido até hoje nas edições inglesas, apesar de descreverem 38 essências e não apenas 12, como no início. Os doze florais iniciais ficaram tradicionalmente conhecidos como “ Os doze curadores originais”. O

Dr. Bach era do signo de libra, que é regido por Vênus, e seu trabalho tem por intenção harmonizar o ser humano. O mais interessante é que ao se fazer uma comparação entre as características das pessoas que nascem em cada signo astrológico e as características das falhas a serem atendidas pelas doze essências originais, temos um perfeito casamento entre elas, sendo que para cada signo temos uma essência para ajudar a despertar a virtude necessária ao seu equilíbrio. Assim os florais e os signos atendidos são os seguintes: áries – impatiens; touro – gentian; gêmeos – cerato; câncer – clematis; leão – vervain; virgem – centaury; libra – scleranthus; escorpião – chicory; sagitário – agrimony; capricórnio – mimulus; aquário – water violet; peixes – rock rose. Estes foram os primeiros florais pesquisados por Dr Bach Impatiens: Paciência.

Para pessoas que em geral são dotadas de muita capacidade, grande agilidade mental e consciência de seus objetivos, mas também com muita tensão e ansiedade. Com facilidade “incendeiam” em irritação, falta de paciência, intolerância e raiva. Impatiens ensina a aquietar a atenção, desacelerar o ritmo interior, e a pessoa pode se tornar mais receptiva ao momento que se desenrola. Traz aceitação do outro e do tempo.

Mimulus – foto Ruth Altschuler Mimulus: Segurança para viver os desafios da vida A falta de segurança para enfrentar o dia-a-dia com todas as suas múltiplas questões, tem como base, na verdade, uma certa hesitação em estar encarnado. Esse medo ou insegurança vai lesando as forças de plexo solar, minando a expressão plena da alma, tornando a pessoa tímida e insegura de si mesma. Mimulus traz a força e o propósito do Eu Superior, devolvendo a luz da coragem e a confiança para a vida. Clematis: Presença desperta e concretização. Aqueles que vivem no mundo da lua e nunca aterram completamente. Deixam seus afazeres sempre para depois. Preferem os estados de sonhar acordado e os ideais inatingíveis. Os verdadeiros talentos dessas pessoas ficam bloqueados. Eles têm incrível capacidade de imaginar, mas oferecem tanto de sua energia e tempo para essa atividade mental dispersiva que não vivenciam as emoções e a alegria da vida física.

Clematis ajuda a trazer construtivamente para o mundo físico os dons da alma. Agrimony: Honestidade emocional. A repressão e negação da dor, do sofrimento ou da perturbação emocional podem ser causa da pior das torturas mentais. Aqueles que precisam da Agrimony muitas vezes nos parecem felizes, podem ser até mesmo muito populares por estarem sempre em “alto astral”. Dão mais importância aos estados superficiais de comportamento que são valorizados pela sociedade. Agrimony ajuda a parar de esconder até de si mesmo aquilo que o aflige em seu âmago. Só se pode transformar a dor que admitimos honestamente.

Chicory – um dos Doze Curadores – Florais de Bach – foto Ruth Toledo Altschuler Chicory: Liberdade emocional. Para pessoas que tendem a manipular as emoções alheias em favor de suas próprias necessidades e desejos. Em geral elas expressam o seu amor de maneira possessiva, exigente, e muito carente. Quando estão ajudando alguém, sempre esperam algo em troca que não é dito realmente. São imaturos emocionalmente, e egoístas. A Chicory abre os canais de nutrição interior e ajuda a pessoa a expressar amor verdadeiramente altruísta, podendo respeitar a liberdade dos outros. Vamos todos aproveitar a imagem dessa flor e pedir a ela que cure nossas crianças interiores. Vamos nos abrir por um instante pra receber a cura da Chicory.

Vervain: Idealismo e carisma bem ancorados. Às vezes o idealismo e as forças carismáticas naturais de uma pessoa se degeneram por causa do seu fanatismo. Essa necessidade de convencer os outros de suas idéias e ideais, da sua forma particular de ver as coisas, pode gerar graves problemas físicos de ordem nervosa ou digestiva. A Vervain traz moderação e a possibilidade desse fervor da alma ser expresso através do veículo físico de forma a inspirar ao invés de tentar convencer.

Cerato – foto Ruth Toledo Altschuler Cerato: Confiança no próprio saber e orientação interior. Para aqueles que não confiam em si mesmos, ou de que vão tomar as decisões mais acertadas. Vivem esperando que os outros lhe digam o que devem fazer ou que caminho seguir. A pessoa que precisa do Cerato pode sentir que aquilo que ela acredita que sabe não serve ou não se encaixa nas necessidades do momento. Parece que os outros sempre têm idéias mais certas a apropriadas. Cerato ensina a reconhecer e a valorizar a sua sabedoria inata, Traz auto confiança e ajuda a restabelecer a auto estima.

Scleranthus: Decidir a partir do coração. Flores verdes sempre trabalham algum aspecto do coração. Quando hesitamos em fazer nossa escolha e ficamos oscilando entre duas opções ou duas polaridades é porque estamos tentando usar apenas as habilidades mentais para decidir. A mente é um importante instrumento na vida, mas se estivermos presentes em nossos corações, o verdadeiro discernimento e a escolha das prioridades torna-se muito mais simples. Water Violet: Alegria por compartilhar os seus dons. Pessoas que tendem a ser mais retraídas não por timidez, mas por um certo tipo de desdém. Quem sente que não precisa dos outros e também não se sente impelido a compartilhar de seus dons e talentos. Talvez se sinta melhor, mais nobre, superior aos outros.

A Water Violet traz a consciência do quanto essa atitude de separação está atrasando a sua evolução e ajuda a pessoa a vivenciar uma conexão inclusiva e compassiva com a família humana. Gentian: Perspectiva e perseverança. Obstáculos e reveses da vida podem gerar falta de confiança e desencorajar alguns de nós. Aquele que necessita de Gentian facilmente desanima frente a problemas, e tende a ver os obstáculos como bloqueios insuperáveis. Gentian eleva e amplia a perspectiva ajudando a aprender com essas situações, aproveitando a oportunidade de crescer e de se fortalecer. A dúvida e o ceticismo são gradualmente transformados em fé inabalável.

Rock Rose: Coragem e tranqüilidade para enfrentar grandes desafios. Uma essência floral indicada para situações extremas, em que a pessoa está sendo desafiada a se auto transcender a si própria com relação à coragem. Rock Rose restaura a força solar da coragem para aqueles que estão vivenciando pânico, terror e até o medo da morte. Nos enche das forças da coragem e ao mesmo tempo da paz interior.

Centaury: Consciência e respeito de suas próprias necessidades, mesmo quando estiver a serviço. A habilidade de se doar e de servir necessita primeiro de um forte e radiante senso de Eu. Pessoas que têm uma certa compulsão em servir, ao mesmo tempo negligenciando suas necessidades, também não são, na verdade, capazes de perceber as reais necessidades dos outros. A Centaury nos ensina a agir impulsionados por um forte propósito interior, dizendo não e colocando limites quando for necessário.

Gorse: Fé e esperança. Quando nos sentimos desencorajados e pessimistas, achando não há mais jeito ou não existe uma saída. Tendemos nesses casos a um tipo de resignação que não é saudável e nem fruto de uma verdadeira aceitação, mas sim um tipo de depressão que corroi a exuberância natural. Com a Gorse aprendemos a acessar a luz e a usá-la como um raio poderoso que ilumina e transforma a escuridão dentro de nós. Traz fé, devolve a esperança e o otimismo vibrante.
 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Auriculoterapia

Auriculoterapia

A auriculoterapia é um sistema independente da acupunctura e especialidade dentro da Medicina Chinesa. A aplicação actual da auriculoterapia não se restringe apenas ao tratamento das enfermidades através dos pontos auriculares, este sistema tem-se desenvolvido em relação ao diagnóstico em muitas patologias. Através da auriculoterapia podem ser tratadas cerca de 200 enfermidades, entre as quais estão: enfermidades de carácter funcional, enfermidades de carácter neurótico e psicótico: cefaleias, neurastenia, insónia e dor, etc. A auriculoterapia é provavelmente um dos mais antigos métodos terapêuticos praticados na china. Este microsistema já era referido nos textos antigos como o Huang Ti Nei Jing, onde se relata a estreita relação do pavilhão auricular com o resto do corpo.
Em 1973, antropólogos chineses, encontraram nas escavações realizadas na província de Hu Nan, um livro antigo do período Han, escrito em duas partes intituladas “Os onze canais dos braços e das pernas na moxibustão e os onze canais Yin e Yang na moxibustão”. Segundo os especialistas esta obra deve ser a mais antiga sobre os canais no tratamento com moxibustão, na 2ª parte do livro menciona-se “Os membros, os olhos, a face e a garganta, todas reúnem-se, através de vasos e canais, na orelha”. Outros livros antigos da Dinastia Tang e Ming, também mencionam o uso de pontos na orelha para o tratamento de diversas enfermidades.
Mais recentemente em 1947, o Dr. P. Nogier (francês), publicou alguns trabalhos nos quais expõe a relação existente entre o pavilhão auricular e o resto do organismo, descrevendo inclusivamente, as experiências realizadas com clientes e os óptimos resultados obtidos. Ao que se sabe, ele partiu da observação dos povos do mediterrâneo, que tinham por hábito o uso de pequenas cauterizações na orelha para o tratamento de várias moléstias, conseguindo descobrir uma série de pontos curativos. Ao estudar esses pontos estabeleceu uma ligação entre a posição destes no pavilhão auricular e aquela ocupada pelo feto pouco antes do nascimento. Estes trabalhos do Dr. Nogier foram publicados em jornais de Xangai levando os chineses a acelerarem as investigações sobre esta área, criando vários centros de investigação por toda a China.
Desde a década de 80 do século XX até á actualidade foram feitos progressos enormes na auriculoterapia quando em 1982 foi fundado na China o Grupo Nacional de Trabalho em Auriculoterapia.

Em Outubro de 1989, celebrou-se em Pequim (Beijing) o primeiro congresso Internacional de Auriculoterapia, o qual marcou uma nova etapa no desenvolvimento tanto na China como no Mundo da Auriculoterapia.
Neste momento, a Auriculoterapia constitui uma especialidade Universitária, motivo de estudo tanto de médicos formados em Medicina Chinesa como Ocidental. Muitas têm sido as publicações que têm saído sobre a auriculoterapia aumentando cada vez mais o acumular de conhecimentos. O grupo de investigações sobre auriculoterapia da província de Yun Nan, editou um livro intitulado tratado de Auriculoterapia Chinesa. Uma editora de Shangai publicou os livros “O tratamento com auriculoterapia” e “selecção de auriculoterapia”. Na província da Nan Jing publicou-se o livro “Aplicação clínica da Auriculoterapia”. O hospital de Medicina Tradicional da província de Guang Zhou editou o livro “Experiência Clínica da Auriculoterapia”. Na província de Tian Jing também se publicou o livro com o título “Experiências sobre o uso e diagnostico dos pontos Auriculares”. Em Pequim (Beijing), editou-se o livro “Manual sobre Aplicação Diagnostica e Terapêutica dos Pontos Auriculares”. Na província de Au Hui, o livro “Tratado Aclaratório sobre Auriculo-punctura”. Em 1991 a professora Huang Li Chun editou em Beijing um dos tratados mais importantes de auriculoterapia publicados na China, com o título “Tratado sobre o Diagnóstico e Tratamento através dos Pontos Auriculares”. Estes títulos de livros são uma pálida amostra do vertiginoso desenvolvimento que tem alcançado a auriculoterapia nos últimos 30 anos dentro da China.
A auriculoterapia tem constituído a sua própria teoria, por ter na actualidade, métodos independentes para o diagnóstico e tratamento das enfermidades. Os pontos auriculares funcionam como uma memória do histórico patológico das pessoas, por isso o diagnóstico através destes, fornece-nos o desenvolvimento cronológico das enfermidades e a preparação para processos patológicos que ainda não se manifestaram clinicamente. O diagnóstico da auriculoterapia tem valor hoje semiológico muito próximo do diagnóstico através do pulso e da observação da língua na MTC.
O pavilhão auricular é considerado uma parte muito importante do corpo humano, por constituir um microsistema, capaz de funcionar como um receptor de sinais de alta especificidade, podendo reflectir todas as mudanças fisiológicas dos órgãos e vísceras, dos quatro membros, do tronco, dos tecidos, etc. Quando produz-se uma desarmonia em qualquer parte do corpo humano, este é reflectido na orelha com reacções de carácter e localidades diferentes, específicos a cada enfermidade em particular, e deixando relações muito estreitas entre os locais reactivos e as partes do organismo implicadas na patologia. As reacções podem ser de diferentes tipos, entre as mais comuns são: mudanças na resistência eléctrica das zonas reactivas específicas, mudanças de coloração, descamações, mudanças morfológicas nessas áreas, eczemas, etc. Todas estas reacções podem aparecer no pavilhão auricular, antes que a enfermidade se manifeste e também, desaparecer depois da cura da enfermidade.

O método de tratamento em auriculoterapia tem tido muito desenvolvimento durante estes últimos anos, desde as tradicionais agulhas de acupunctura de dimensões relativamente pequenas e muito finas, ás agulhas intra-dérmicas, á utilização do laser, passando pelas esferas magnéticas e moxabustão até á prática mais utilizada na China que é a colocação de pequenas sementes com adesivo demonstraram resultados excelentes, e são utilizados em conformidade com a necessidade do paciente, pois cada organismo reage de uma forma determinada ao estímulo, cada pessoa é um universo único, todo o tratamento pela auriculoterapia tem como objecto promover o equilíbrio do paciente e assim o seu bem-estar. A auriculoterapia é especialmente indicada quando se necessita que o paciente leve o tratamento para casa, podendo o paciente pressionar as esferas ou semente colocadas nos pontos auriculares, estimulando por pressão e efectivando continuamente o tratamento.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Florais de Bach

 
 
Dr. Edward Bach

Nasceu a 24 de setembro de 1886, em Moseley, Inglaterra; cresceu mostrando grande amor pela natureza e um interesse especial em aliviar o sofrimento humano. Reconhecido médico homeopata e patologista em saúde pública, completou sua obra com a descoberta dos "Florais de Bach", em meados de 1930 em Mont Vernon na Inglaterra. Segundo ele, para se recuperar de uma doença, é preciso ter uma mente sã. Os Florais de Bach ajudam a restabelecer um equilíbrio das emoções negativas.
 
A importância da simplicidadeEste sistema de tratamento é o mais perfeito que foi dado à Humanidade, dentro de nossa memória viva. Ele tem o poder de curar a doença e em sua simplicidade, pode ser usado nos lares... É a sua simplicidade, combinada com todos os seus efeitos de cura, que o torna tão maravilhoso.
Dr. Edward Bach, Os Doze Curadores.
Trate a pessoa, não a doença
As Ervas curam nossos medos, nossas ansiedades, nossas preocupações, nossas falhas e nossos erros, são estes que nós devemos detectar e não a doença, não importando qual seja, ela acabará.
Dr. Edward Bach, os Doze Curadores.
 
Eu quero fazer isto tão simples quanto possível: Eu tenho fome, eu vou sair e pegar um alface da minha horta para meu chá, eu tenho medo e estou doente, eu vou tomar uma dose de Mimulus.

(Dr. Bach, como relato em Medical Discoveries).
 
Os florais originais do Dr. Bach não tratam doença alguma, mas a pessoa e suas emoções
ajuda de um terapeuta aumenta bastante as chances de eficácia do tratamento.
Mas, se quiser, você pode experimentar umas gotinhas pro conta própria. Não há contra-indicações. O máximo que pode haver é o floral não surtir efeito, caso a indicação esteja inadequada.
 
A chave para receitar o Floral de Bach é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. Segundo a especialista, esse é o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida.

 
Enquanto as nossas almas e personalidades estiverem em harmonia, tudo será felicidade, paz e saúde.

ESCUDO DO SUL

INOCÊNCIA CRIANÇA INTERIOR Terra vermelha, Escudo do Sul, Criança plena de maravilhas, Ensina-me a soltura, O riso é sua Entrega...