quinta-feira, 8 de março de 2012

Comparação Entre a Medicina Chinesa e a Ocidental

Comparação Entre a Medicina Chinesa e a Ocidental
Hong Jin Pai, Wu Tu Hsing e colaboradores
- Quais são as diferenças básicas entre as medicinas ocidental e chinesa?
Primeiro, os princípios subjacentes e as abordagens de ambos sistemas são diferentes. A medicina ocidental supera os problemas físicos dos problemas mentais e emocionais, enquanto que, a medicina chinesa aborda as enfermidades de uma maneira holística.
Segundo, a medicina chinesa usa a medicina natural em oposição a medicina ocidental que usa análogos sintéticos de produtos naturais. Terceiro, a medicina chinesa, diferentemente da medica ocidental, não isola os distúrbios emocionais ou nutricionais das desordens físicas no tratamento. De fato, ela atribui as causas internas das doenças aos desequilíbrios da dieta e as sete emoções. Quarto, as drogas usadas na medicina chinesa podem ser individualmente moldadas para adequar aos sintomas do paciente em oposição às drogas ocidentais que são padronizadas e uniformes. E finalmente, o quinto, as fórmulas herbáceas chinesas não geram efeitos colaterais quando tomadas na quantidade apropriada, e a acupuntura na mão de um profissional.
A medicina chinesa basicamente auxilia na realização de dois objetivos: (1) remover a causa da enfermidade que se liga aos hsieh qi ou “qi nocivo” e (2) revitalizar e reforçar a resistência natural do corpo às doenças que é ligada ao cheng qi ou “qi normal”. Qi é a energia vital em circuito com o universo para o revigoramento da harmonia fisiológica. Em resumo, o intento da medicinas chinesa é harmonizar o corpo para restauração e manutenção do balanço do qi.
A ciência média ocidental, fragmentada e especializada , é baseada nos estudos experimentais da bacteriologia , fisiologia, farmacologia e pesquisa clínica. A identificação do nome da doença é desejável antes do tratamento e as drogas usadas são compostas principalmente de químico sintéticos. Além das suas diversas drogas potentes, a medicina ocidental usa efetivamente a cirurgia para corrigir os danos devidos a trauma, desordens genéticas ou distúrbios orgânicos. A terapia é geralmente direcionada ao local da lesão e raramente para aumentar a nutrição. Usando instrumentos sofisticados e computadores para diagnosticar as desordens médicas, os médicos veem o corpo humano com uma máquina, e a função da terapia como uma substituição ou reparo das partes mal-funcionantes. Em outras palavras, a medicina ocidental enfoca exclusivamente sobre o local e o mecanismo de uma enfermidade. A medicina chinesa, por outro lado, centraliza no ajuste do organismo inteiro, ela é uma filosofia, assim como uma terapia do corpo e portanto, mais de abordagem orgânica do que mecanicista.
A medicina chinesa presta especial atenção para queixas subjetivas do paciente e prescreve combinação dos pontos de acupuntura e fórmulas herbáceas nutritivas baseadas na totalidade dos sintomas objetivos e subjetivos. A constelação de sintomas é chamada de “conformação”. A medicina ocidental geralmente oferece um tratamento não específico ou supressivo para um vasto número de desordens funcionais enquanto que, a chave da medicina chinesa é a observação da função e o uso específico da combinação dos pontos de acupuntura das combinações herbáceas para os sintomas altamente diferenciados.
Diagnóstico precoce leva à prevenção de danos orgânicos permanentes e é na área da prevenção eu a medicina se sobressai. De acordo com os médicos Chineses, doenças diagnosticadas e tratadas precocemente pode ser de detidas de entrar em estágios mais avançados se não estiver em estágio terminal. Por exemplo, há uma ligação definida entre desordens aparentemente funcionais simples e o início de doenças orgânicas sérias como falência cardíacas, diabetes ou câncer. Especificamente, citemos os olhos hiperemiados. Os médicos ocidentais prescrevem uma loção para lavar os olhos avermelhados e irritados mas, os médicos chineses consideram como um sintoma de exacerbação de “fogo” no “fígado” e tentam diminuir o “fogo” pela administração oral de agentes orientado para o fígado como coptis e gardênia ou pela seleção de pontos de acupuntura com as mesmas funções. Outro exemplo é a pele pruriginosa, uma condição na medicina chinesa também associada com a “vitalidade” do “fígado”, cuidando do “fígado”, a pele melhora sozinha. Portanto, o “fígado” é o ponto focal para o tratamento. A medicina ocidental usaria preferencialmente uma loção dermatológica para tratar as enfermidades da pele, enfocando o sintomas específico.
A medicina alopática ocidental se baseia nas drogas, cirurgias e quimioterapias para o tratamento, enquanto que, a medicina chinesa centraliza na acupuntura e nas fórmulas herbáceas prescritas de acordo com a teoria Yin-Yang e a teoria dos cinco elementos. Ela também tenta regular a circulação do sangue, água e Qi. Os medicamentos herbáceos são baseados na experiência empírica de milhares de ano sobre as enfermidades humanas. Enquanto que os governos japoneses firmam o seu uso em milhões de casos. Cerca de 70 por cento das fórmulas mais comutente usadas e os pontos de acupuntura tem estado em uso por pelo menos 2000 anos. O que tem impedido a medicina chinesa de ser considerada uma ciência é que uma exaustiva investigação e um experimento clínico objetivo sobre a propriedade das ervas e da acupuntura têm sido conduzido numa escala muito limitada. Mais ainda, como apontou uma autoridade em medicina chinesa, tais pesquisas são registradas porque o chinês vê pouca razão para gastar tal quantia de dinheiro para achar o que já sabe a respeito da eficácia das fórmulas herbáceas e da acupuntura chinesa.
A teoria médica chinesa provê explicações e tratamentos para desordens que a medicina ocidental é incapaz de diagnosticar ou explicar através dos métodos laboratoriais.
A medicina chinesa é filosófica, sintética, holística, interna, confirmatória, empírica, individual, preventiva, experimental, experiencial, humoral, subjetiva e natural. A medicina ocidental é científica, analítica, tópica, cirúrgica, heteropática, teorética, preventiva, socializada, bacteriológica, experimental, celular, objetiva e química.
A teoria dos meridianos, que é uma parte essencial da área da saúde ocidental porque tratada com ceticismo por muitos profissionais da área de saúde ocidental porque não são nem vasos sanguíneos e nem parte do sistema nervoso, os meridianos não são anatomicamente verificados. Entretanto, para os médicos chineses, a sua existência é inegável. O estímulo adequado e acurado pela acupuntura em um ou vários pontos ao longo do meridiano apropriado geralmente resulta em restabelecimento.
O objetivo final é juntar o melhor da medicina chinesa com o melhor da medicina ocidental. Tal síntese, nós acreditamos, irá prover o mundo com um melhor sistema de saúde mais completo mais satisfatório.

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